sexta-feira, 30 de março de 2012

QUANDO A INJUSTIÇA BATE À NOSSA PORTA...

Hoje vou partilhar um texto escrito por um amigo com emoção, com um discurso vindo de dentro de todo o seu ser, que se transformou num grito digno de ser ouvido por todos quanto percam um momento para o ouvir:

‎"EU SOU POLÍCIA, ORGULHOSAMENTE!
No passado dia 11 de Fevereiro, decorreu um pouco por todo o país, uma marcha/concentração de cidadãos devidamente enquadrados por uma frente sindical, que a plenos pulmões gritavam contra o fantasma do endividamento, a famosa crise e suas maleitas.
A mim, foi-me confiada a missão de zelar por estas mesmas pessoas e ao mesmo tempo fazer por que tudo corresse dentro daquilo que tantas vezes se ouve falar, a Liberdade democrática.
E assim foi, como sempre, mas não para sempre, dentro do espírito sereno da malta Tuga, lá fomos indo desaguar na Praça do Povo, outrora conhecida por Praça do Comércio, cantando, berrando e mandando umas asneiradas, enquanto pelo canto do olho, alguns davam uma mirada Tuga, a uma ou outra menina, enquanto emborcavam uma imperial à pressa porque não podiam largar o cartaz muito tempo.
Dentro daquilo considerado normal.
Discursos, apupos, vaias e aplausos, termina a parte oficial.
Eis senão quando, foi-me dada a ordem de recolher o pessoal, visto que o evento estaria na sua fase de rescaldo. Assim, juntei a malta e devidamente enquadrados, deslocamo-nos para a nossa viatura para que pudéssemos trincar uma bucha.
Nesse mesmo deslocamento, há um garoto, que encoberto pela multidão, grita “…vão trabalhar seus chulos… parasitas… filhos da puta…fascistas…” .
–Cabrão! Pensei eu; -Devias-me dizer isso lá no café, na folga, ou no tempo dos cowboys lá no faroeste, paneleiro, covarde!
Ignorei e dei ordem para ignorar, fomos à bucha. A minha sandes devia estar estragada, caiu-me mal…
Eu sei que agora é tarde, mas mesmo assim a esse covarde e outros que para aí andam, tenho duas ou três coisas para vos dizer, cá vai;
“..Vão trabalhar…”???
Os chulos, ganham 780€ por mês, trabalham 45 horas por semana que se às quais somarmos os gratificados passam para 60, isso, 60 horas semanais.
Os parasitas, trabalham os feriados todos, sim, todos sem direito a compensação, as noite e os fins de semana sem direito a qualquer pagamento de hora nocturna, na chuva, no sol, no frio, no calor e por aí fora.
Os Filhos da Puta, depois de saírem de serviço, vão para tribunal com o bêbado que podia muito bem atropelar a tua família toda, quando saíste para ir jantar e celebrar uma merda qualquer que te tenha acontecido. Ficam no trabalho a acabar o expediente que vai de manhã para tribunal, com o bando que assaltou à mão armada, ou com o que roubou, matou, assaltou a farmácia, a ourivesaria, o carro, o puto que vinha da escola, a velha no autocarro, o camone no eléctrico e por aí fora, que por mim, podias ser tu, a tua mãe, o teu filho o teu irmão, que o trabalho seria feito de igual forma.
Os fascistas, chamam o reboque quando não consegues sair com o carro, quando um como tu, abusa da sua liberdade e deixa o carro mesmo na saída da garagem. Entendes este conceito de liberdade? Penso que sim.
Os chulos abrigam e protegem a mulher, as crianças que levam porrada de um esterco qualquer, só porque lhe apetece e leva-o a tribunal, na hora de folga.
Os parasitas, entram em casas em chamas, enfrentam armas de fogo, embrulham-se á facada, perseguem a grandes velocidades, lidam com todo o tipo de doenças, correm na direcção oposta, quando todos os outros fogem dali para fora.
Os chulos saíram do seu seio familiar e social e deslocaram-se, alguns para mais de 400km de casa, deixando tudo para trás, para fazer vida de forma honrada sem pedir nada a ninguém. Sem pedir nada a ninguém, sabes o que isso é?
Os parasitas, vivem num estatuto aprovado há mais de dois anos e regem-se pelo estatuto antigo, não conseguem passar um fim de semana inteiro com a família esperam 12 anos por uma promoção (única na carreira de 36 anos) e se quiserem algo mais, concorrem 1300 para 50 vagas.
Aqueles que insultaste, têm família, trabalham duro, são esforçados e honrados e são montes de merda como tu que colocam isso em causa? Não! Definitivamente não! Estes mesmos Homens e Mulheres apoiam os idosos que alguém como tu abandonou ao consumo do esquecimento, levam-lhe as compras, mudam-lhe a garrafa do gás e dão-lhe a medicação apenas em troca de um olhar grato, e isso sim, justifica tudo. Tu apareces quando tudo acaba, para vir buscar o ouro e ficar com as chaves de casa. E nós é que somos os chulos!
Aqueles que olhas com desprezo sabem um pouco de tudo, são Padres, Juízes, Médicos, Socorristas, Bombeiros, Rambos, Psicólogos, Professores, Mecânicos, e se somares isto tudo e mais qualquer coisa tens um Polícia.
Quando é que vais perceber que só falas em liberdade porque nós existimos?
Quando é que vais entender que tipos como tu são a razão da minha existência enquanto profissional.
Se nós não existíssemos, ias à praia? Ao futebol? Jantar fora? Deixavas o teu filho ir à escola? Quer-me parecer que não.
Será que não entendes que ao insultares-me, estás a insultar aquilo que és, um homem livre?
Tudo isto funciona com combustível que concerteza encontrarás em abundância num qualquer Homem ou Mulher de farda; Abnegação, Generosidade, Espírito de Sacrifício e Altruísmo. Googla estas palavras e saberás a definição, bom era que aprendesses o conceito.
Já hasteei a minha Bandeira à chuva, já a arreei ao som do clarim, já representei a minha Mui Nobre Nação, já chorei a cantar “A Portuguesa” caso não saibas, é o título do nosso hino, conheço muitos Homens e Mulheres que coseram a nossa Bandeira no braço, que fazem de ti uma cabeça de alfinete num mundo de cabeçudos. A minha farda é rica em sangue suor e lágrimas, minhas e de tipos como tu, que quando precisam, ao ver-me, encontram refúgio e protecção.
Olha, o meu Pai nunca me deu um carro, nem me pagou a universidade, mas deu-me coisas sem preço, entre elas o valor de um Não, Educação, Humildade e Espírito de Luta.
EU SOU POLÍCIA, ORGULHOSAMENTE!
E TU, O QUE É QUE TU JÁ FIZESTE PELO TEU PAÍS?"

FERNANDO T.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Ai que vontade tenho de nada...

Hoje dei por mim a recordar. Recordar momentos passados e a imaginar o meu futuro, lá longe, já mesmo no fim do caminho. Pensei em ti. Pensei no que me dizem de ti hoje. Não no que foste, nem no que dizias ser, mas no que és agora e naquilo que outros teimam em testemunhar de ti hoje.
A nossa mente é turbulenta, inquieta, tudo relativiza e tudo questiona. Faz balanços, faz prognósticos, imagina cenários. Ai que vontade tenho de nada, de silêncio, de calma, de olhar assim o mar calmo, límpido, transparente e ele se refletir em mim, apenas isso mesmo, mar.
Mais uma vez pensei em como somos enganados pelas palavras quando estamos cegos de amor, quanto negligenciamos os atos, as ações, os verdadeiros espelhos da alma.
Em tudo isto pensei hoje. E a chuva caiu forte, fortíssima e ainda não parou. Como se cada gota refletisse cada pensamento meu e cada lágrima que caiu da minha face. E o vento que ainda sopra lá fora embalou a minha alma levando para bem longe o meu pensamento.
Hoje misturei coisas, pessoas, foi um alvoroço, um temporal. Pensei em ti.
Pensei nas pessoas, nas ausências.
Por fim, baixei a cabeça, suspirei e sorri levemente. Devido à minha existência, à qual já darei pouco valor, alguém vai poder olhar um dia para trás e dizer: "Fui muito amado. Fui amado por aquilo que eu sou, acima de tudo e apesar de tudo, mesmo com as minhas imperfeições alguém um dia me achou perfeito. Alguém lutou por mim com todas as forças e me conquistou. Fui respeitado e honrado."
Ai que vontade tenho de nada, de silêncio, de calma, de olhar assim o mar calmo, límpido, transparente e ele se refletir em mim, apenas isso mesmo, mar. E possa enfim descansar...
Hoje dei por mim a recordar. Recordar momentos passados e a imaginar o meu futuro, lá longe, já mesmo no fim do caminho. Pensei em ti. Pensei no que me dizem de ti hoje. Não no que foste, nem no que dizias ser, mas no que és agora.
A nossa mente é turbulenta, inquieta, tudo relativiza e tudo questiona. Faz balanços, faz prognósticos, imagina cenários. Ai que vontde tenho de nada, de silêncio, de calma, de olhar assim o mar calmo, limpido, transparente e ele se refletir em mim, apenas isso mesmo, mar.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

A FESTA DA VIDA


Que venha o sol, o vinho, as flores
Marés, canções, todas as cores
Guerras esquecidas por amores
Que venham já trazendo abraços
Vistam sorrisos de palhaços
Esqueçam tristezas e cansaços
Que tragam todos os festejos
E ninguém se esqueça de beijos
Que tragam prendas de alegria
E a festa dure até ser dia
Que não se privem nas despesas
Afastem todas as tristezas
Pão, vinho e rosas sobre as mesas
Que tragam cobertores ou mantas
O vinho escorra pelas gargantas
E a festa dure até às tantas
Que venham todas de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos
Que venham todas de vontade
Sem se lembrarem de saudade
Venham os novos e os velhos
Mas que nenhum me dê conselhos

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Arrogancia ou autoconfiança?

Quando aterramos em Lisboa a escada surgiu para descermos do avião e o referido passageiro, disse para o outro: - “Estás ver? Aqui é assim, se fosse na nossa terra, ficávamos dentro do avião, à espera muito tempo, até que o homem da escada aparecesse. Mas aqui, eles são pobres, se ele falha, é despedido!”

Na sequência desta e de outras observações, perguntaram-me, se achava que os angolanos eram arrogantes ou de onde poderia vir esta imagem de arrogantes que nos acompanha. Penso sobre o tema e acho que existe: por um lado, uma consciência muito forte, desde os primórdios da história do nosso povo, e prevalece, na memória colectiva um passado de colonização, em que os portugueses vieram com um número significativo de gente pouco letrada, ignorante e pobre; por outro, longos séculos de cristianização, e angolanos com um nível educacional e de informação elevada, que se inscrevem como pares de outros no mundo e, por essas razões, não se consideram inferiores ou menos dignos.

Recentemente, surge uma classe de angolanos de riqueza recente, (como surgiu noutros países, em determinadas épocas), que ainda está a aprender a gerir, a usufruir e a viver os prazeres que o poder financeiro recente lhes confere. A estes, interessa exibir, pois assim sentem-se em paridade com outros, como se o seu valor estivesse assente, nos elementos materiais.

Confundindo aqui, auto-confiança, auto-estima, realização pessoal, com arrogância e exibicionismo dos bens materiais.

Por seu turno, o sofrimento, a dor, a perda, as dificuldades do quotidiano não ajudam, e afectam negativamente o bem-estar das pessoas em geral e torna-as fragilizadas. Qualquer ser humano fragilizado, sente a sua auto-estima e autoconfiança, assim como a confiança nos outros, ou no meio, a ruir. Logo, aquilo que é a essência da autoconfiança, ou seja, um ego bem nutrido e amado, estão abalados. Os afectos tornam-se negativos e um mecanismo de defesa que pretende compensar essa falha narcísica, é a exteriorização, o exibicionismo, como se houvesse uma necessidade de erguer o porte, tão desgastado pela vida, para mostrar ao mundo que existe uma certa forma de poder, de impor, e de existir.

A complexidade da nossa sociedade é de tal ordem que estes contornos dificultam que se faça bem, uma distinção entre ser auto-confiante e ser arrogante. A questão poderia ser: os angolanos são arrogantes, ou são auto-confiantes?A autoconfiança, é um domínio de conhecimento sobre si mesmo que permite ter segurança naquilo que se propõem fazer, ou realizar. Este estado é muito próximo da auto-estima elevada. Mas esta, por sua vez, é um dos pilares da autoconfiança e da auto-aceitação. Sendo este último, a forma de gostar e aceitar-se incondicionalmente. Estes são pares, por estarem associados ao conhecimento, às competências que cada um tem ou reconhece em si, sendo elas técnicas ou emocionais. Mas também, tem em consideração as limitações ou fragilidades aceites, de forma positiva ou sobredimensionada.

A autoconfiança e a arrogância, andam muitas vezes de mãos dadas, sobretudo naquelas mãos que não reflectiram sobre estes dois estágios, distintos, ou não os entenderam. Mais sério, naqueles que ignoram a importância e a elevação de um, face à menoridade do outro. Não são sequer duas faces da mesma moeda como o amor e o ódio, mas são opostos como o amor e a indiferença. Tal como o contrário de amor, não é o ódio, é a indiferença, o lado oposto de arrogância é a humildade.

A arrogância, é um dos maiores e melhores “sintomas” de falta de inteligência emocional, de falta de inteligência no geral, pois revela quase sempre uma incapacidade de empatia, de escutar, de sentir e viver emoções e, consequentemente, uma inabilidade para perceber o meio, os sentimentos dos outros e poder interagir de modo saudável e positivo.

O indivíduo arrogante está tão preocupado consigo mesmo e a tentar sobretudo, perceber apenas em si, o valor máximo, que não reconhece em si limitações, e é incapaz de viver sem ser destrutivo. O arrogante desvaloriza a contribuição dos outros porque frequentemente está implícito, esse sentimento, na apreciação exagerada das suas próprias realizações. Essas pessoas preocupam-se, constantemente, com fantasias de sucesso ilimitado, com poder, inteligência, beleza ou amor ideal.

A critica é feita quase que sistematicamente com um padrão invasivo de grandiosidade, assim como, prevalece, uma propensão enorme para a autoavaliação e auto-aceitação sobredimensionada ou sobreavaliada, em que as pessoas não aceitam as características dos outros como sendo suficientemente boas, mas só reconhecem em si, esse valor, fazendo de uma maneira geral, juízos muito críticos, muito cruéis.

É importante, enquadrar a nossa vida tendo como base três pilares, como diz, João Ermida : a verdade, a humildade e a solidariedade. Há aqui um ponto de equilíbrio, que tem de ser resultado de um processo de adaptação à vida. Nem ser excessivamente humilde e nem arrogante, é o ponto de equilibrio; acima de tudo tem de ser consciente de si e da imagem reflectida no espelho. Esta imagem é válida quer para o ser humano e as suas características, quer para as nações e os seus vários indicadores.

Não podemos ignorar que muitos indivíduos bem-sucedidos, exibem traços de personalidade que poderiam ser considerados arrogantes, ou narcisistas, porém, estes traços, somente constituem, um Transtorno da Personalidade Narcisista quando são inflexíveis, mal-adaptados e persistentes e causam prejuízo funcional significativo ou sofrimento subjectivo. Ou seja, da saúde, ou auto-confiança até à doença, ou arrogância, vai esta mesma distância.

A arrogância é uma forma de ser ignorante, de acreditar que se sabe tudo, e se domina os outros. Por essa razão, acaba por ser uma forma de privação de um dos maiores prazeres e benefícios da vida: aprender, apreender os outros e o mundo, saber fruir a vida e, consequentemente, ser muito mais saudável e feliz.

Na verdade, ao contrário da imagem revelada pelo passageiro do lado, sei que não podemos chegar "só porque somos ricos".

Luanda, 25 de Novembro de 2011
Noelma Viegas D’Abreu
Revista Estratégia

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Insanidade



Sinto-me insana. Que loucura é esta que me coloca nesta posição de nada querer, de nada me satisfazer, de nada me acalmar, de nada me puxar para a vida? Acordar de repente e todas as manhãs ter de enfrentar o novo dia de forma compulsiva, obrigatória e saber que será mais um dia igual aos outros, tortuoso, amargo, dificil de ultrapassar. Sentir-me assim hora após hora, segundo após segundo e sentir cada momento intensamente...queria adormecer...e ficar assim privada de todos os sentidos, não sentir esta dor imensa. Por momentos agarro-me a tudo para sair desta tortura e penso em tudo o que me pode retirar desta morte em vida, recordo, revivo, chego a tocar a raiva, sim tocar a raiva seria uma saida, mas logo a seguir não consigo aí permanecer e volto a cair vertiginosamente no vazio, na solidão. Converso com quem se digna a ouvir-me, tento encontrar as imagens que me podem retirar daqui, imagens que se desfazem diante de mim e não permanecem. O alimento não me satisfaz, as responsabilidades tornam-se prisão, o dia queima-me a pele, a noite gela-me o corpo, o pensamento voa descontroladamente. Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii alguém me dê a mão e não me deixe cair assim tanto, tão fundo, porque eu não tenho forças sozinha. Quem me dera despojar-me de mim, disto que eu sou, deste corpo cansado, desta alma sempre amargurada, destes olhos enrugados, desta boca com sede e sentir uma vez, apenas uma vez, que sou alguém para outro alguém e não apenas um acessório, um objeto, um veiculo, um adorno, um lixo. Que sou desejada, amada, sem fingimentos, apenas por aquilo que sou e por aquilo que dou. Que bom seria adormecer...já nem é por ti que estou assim, mas por aquilo que me tornei por teres passado por mim...por terem passado por mim... e consumido todo o meu ser. Sinto-me vazia, sem chão, sem sonhos, sem luz...completa insaninade.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Ai vem 2012...



Ai vem o Ano que vai mudar o curso dos acontecimentos. Que responsabilidade sr. Ano de 2012. Ora bem, não sou de fazer promessas, mas acho que me poderei ao menos comprometer com algumas situações. Como palavras "leva-as o vento", que fique registado. Se falhar, lerei o que aqui escrevi e darei o adequado seguimento ao meu incumprimento, assim comprometo-me a:

- tratar dos meus filhos como até aqui, cuidando para que não lhes falte amor, saude, alimento, aconchego, assistência, apoio, educação e momentos de felicidade;


- dedicar-me ao trabalho e em ser uma boa profissional como sempre tenho feito;


- não deixar que me faltem ao respeito e me humilhem;


- poupar dinheiro em tudo o que puder, para que ele não me falte antes de dia 23;


- tentar passar ao máximo e cadeiras que puder, na liceciatura que abracei (Terapia da Fala);


- investir um tempinho semanal em mim, no meu bem estar físico e psiquico;


- mimar os que gostam de mim e desejar que os que me fizeram mal ou continuam a fazer, que sejam muito felizes, mas longe de mim;


- dedicar-me mais um bocadinho à oportunidade Oriflame e chegar a Gold;


- providenciar que os meus filhos tenham tudo a que têm direito;


- sobriviver mais um ano.


FELIZ ANO NOVO